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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

CDM - 24.02.12 - Crianças, nós e a salvação


As crianças que morrem na infância na China e no Japão são tão verdadeiramente salvas como as que morrem na Inglaterra ou Escócia. Bebês de mães morenas, ou nascidos numa aldeia africana ou na barraca cônica do índio americano, todos são igualmente salvos, e, portanto, não são salvos por qualquer rito exterior, nem pelo poder místico de um sacerdócio. São elevados ao reino do céu pela graça soberana e livre de Deus. Como são salvos, então? Por obras? Não, pois nunca fizeram nenhuma. Pela sua inocência natural? Não; pois se essa inocência pudesse lhes ter admitido no céu, também teria bastado para salvá-las de dor e morte. Se não há pecado sobre elas, como é que puderam sofrer? O pecado imputado que as faz morrer impede-nos de crer que elas reivindicaram o céu por direito de inocência. Elas morreram por causa da queda de Adão. Triste conseqüência por terem nascido de pais decaídos. Note seus olhares de apelo quando os pequeninos olham para cima em seu sofrimento como se quisessem perguntar por que precisam suportar tanta dor. A angústia do pequenino moribundo é uma prova da queda de Adão, e de sua participação no resultado dela. Os pobrezinhos vivem novamente, no entanto, porque Jesus morreu e reviveu, e eles estão nele. Perecem, quanto a essa vida, por um pecado que não cometeram; mas também vivem eternamente por uma justiça da qual não participaram, a própria justiça de Jesus Cristo, que os redimiu. Pouco sabemos sobre isso, mas supomos que passaram por uma regeneração antes de entrarem no céu, pois o que nasce da carne é carne, e para entrar no mundo espiritual eles precisam ser nascidos do Espírito. Mas o que quer que tenha se operado neles, é claro que eles não entram no reino pela força do intelecto, da vontade ou do mérito, e sim por resultado da livre graça, não tendo referência a nada que tenham feito ou sentido. Da mesma maneira, você precisa passar para o reino inteiramente pela livre graça, e não por qualquer poder ou mérito próprio. Você entrará no céu tão plenamente pela graça como se nunca tivesse vivido uma vida piedosa, nem praticado uma só virtude.

Trecho de "Pescadores de Crianças" - C. Spurgeon

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

CDM - 23.02.12

23 de Fevereiro
Filipe achou Natanael, e disse-lhe: Havemos
achado aquele de quem Moisés escreveu
na lei, e os profetas... Vem, e vê.
João 1.45.46

A primeira coisa, depois de "o acharmos", é convi­dar alguém: "Vem, e vê".
Francês Ridley Havergal

____ então???? tarefa difícil?? pra mim sim, porém fica a dica para meditação....
Julie


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

CDM - 22 Fev - 2012

Depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de aflições.
Hebreus 10.32
Nossa ousadia por Deus diante do mundo sem­pre deve ser o resultado de um contato individual secreto com o mesmo Deus. Nossas vitórias sobre o eu, o pecado e o mundo sempre são ganhas primei­ro em lugares em que olho algum vê, exceto os de Deus... Se não tivermos nenhum conflito secreto, é bem possível que não venhamos a ter qualquer con­flito aberto. A falta externa de conflitos trazem o sono interno da alma.
F. Whitfield

(pensamentos para horas tranquilas - Moody)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Sol

O sol, mesmo sendo tão importante, todos os dias se põe para que a noite possa também brilhar. A noite brilha sim, mas porque tráz a lua junto dela. O sol é importante porque tem o dia. A noite é importante porque tem a lua. Mas nem o dia, nem a noite, nem o sol nem a lua seriam alguma coisa se não trabalhassem juntas. Cada uma sabe seu lugar e seu momento. E nenhuma invade o espaço do outro muito menos a obriga a fazer algo. Pensando nessas coisas, faço uma comparação com o amor. Sol, dia. Lua, noite. Eu e você. Claro que eu existo sem você e você sem mim. Mas a questão aqui é o coração, aquilo que chamamos de sentimento. Jamais podemos obrigar alguém a nos amar, nos aceitar, correr para nossos braços e andar junto e isso não farei com você. O sol se põe para então no outro dia nascer de novo e cumprir com majestade seu papel. Nós não vemos, mas o sol está lá, apenas pára de brilhar no nosso lado da Terra. Assim deve também ser o amor. Deve se pôr por um tempo, deixar de brilhar para então nascer de novo com todo seu esplendor. Mas quando essa reclusão permanece por tempos, dias, semanas? Pode ser que nunca mais volte, significa que morreu? Não há como saber, e nisso contamos com o tempo, só ele tem a resposta. Hoje eu sou um dia sem sol, uma noite sem lua. Uma vida sem brilho, um coração dolorido, apertado. Meus olhos não conseguem mais te enxergar, minha mente não consegue mais lembrar do seu semblante. Minhas dúvidas estão sendo esclarecidas. E acredito que a maior resposta é: você não soube me amar. Espero que não seja: você não quis me amar. Pois me querer eu sei que você quis, seu beijo, seu olhar, sua presença aquele dia te entregou. O caso é que você não soube o que fazer com os desejos de uma mulher. Você é apenas um garoto. E eu, simplesmente uma mulher. Lembra no começo que falei sobre o dia, o sol, a noite e a lua trabalherem juntas? então... sem eu e você, jamais poderei chamar de amor aquilo que sinto. Pois o amor é feito de duas pessoas, quando apenas uma pensa que ama, na verdade não passa de ilusão.